segunda-feira, 19 de julho de 2010

500 km



Tão longe e tão perto!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Vinicíus, Gardel e Piaff


"...Ah, não existe coisa mais triste que ter paz
E se arrepender, e se conformar
E se proteger de um amor a mais..."
                                 (Baden Powell e Vinícius de Moraes)

Quando a poeira parecia baixar, vejo você, ainda confundia-o com os grãos de areia.
Mas não era mais você, e nem eu era a mesma.
Agora, eu ouvia Gardel e você, Piaff. 
Foi a poeira...

Foto: Rua 5, Araraquara.

sábado, 12 de junho de 2010

enjoy the silence!!


Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can't you understand
Oh my little girl

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

Enjoy the silence...

(depeche mode)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Amor Antigo

O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pode. Nada espera,
mas do destino vão nega a setença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito
e por estas suplanta a natureza.

Se eu toda parte do tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.

Andrade, Carlos Drummond de, Amar se aprende amando: poesia e convívio de humor. Rio de Janeiro: Record, 2000.



enxaqueca, Drummond, Tiê... Tá! Tá tudo super bem!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

mis palabras...


Esse não já tão atravessado
soterrado no passado
Estancado sem perdão em minha mão
Que aperta forte essa vontade
Essa má sorte essa saudade
que conduz a solidão
Horas correm, transcorrendo os dias
Pelas vias que desviam
E deviam me ajudar ou resguardar
Mas o pensamento sempre volta
Desatento ao que me escolta
Ao que eu tento evitar
Ah! eu não sei se é vantagem
Com coragem de passagem
Te dizer que tens razão partir em vão
E te envolver na esperança
de esquecer essa lembrança
pra lembrar o coração.
Bruna Caram - Escolta
Foto: Poema XIV - Pablo Neruda.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

There is a light that never goes out

a cada dia que passa, as férias ficam cada vez mais longe.
e a cada dia que percebo isso, o dia insiste em não acabar!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Maio


Hoje quando ia para o campus, na minha caminhada de todos os dias, estava pensando sobre os significativos meses de maio que tive em minha vida, principalmente de três, quatro anos pra cá. E é impressionante como eles se mostram surpreendentes, seja pelo fim (de alguma coisa que durante um tempo estive totalmente entretida) ou pelo começo, forçado, depois do fim.

O fim, pra mim, hoje, só indica um novo começo. Sem lamentações!

Acho que talvez seja por isso que eu goste tanto de Grande Sertão: Veredas pelo significado da travessia, não importa como terminou ou começou, porque a gente aprende mesmo é quando estamos vivendo os acontecimentos entre o começo e o fim.

Maio já está quase no fim e ele já está me indicando um caminho de uma nova travessia, do meu jeito, com o meu começo...